Quando calar, cale.
Quando chorar, chore.
Quando sorrir, sorria.
Quando mudar, mude.
A ideia de intereza tem me agradado muito ultimamente.
Gutto
sexta-feira, 12 de março de 2010
quinta-feira, 11 de março de 2010
Hoje.
Ser presente é ser inteiro
Mudar é tarefa complicada
Nem sempre serei o primeiro
A percorrer outras estradas
Se o mundo me quer aqui
Posso crer que ele esteja certo
Não pretendo desistir
Mesmo que me custe o credo.
O tempo traz muitas surpresas
Que não podemos entender
E nos derruba as certezas
Que não prestam pra viver
Se sonhar com um sol vivo
Sorrirei por longas horas
E saberei que o que eu preciso
É ser bom aqui e agora.
Gutto
Mudar é tarefa complicada
Nem sempre serei o primeiro
A percorrer outras estradas
Se o mundo me quer aqui
Posso crer que ele esteja certo
Não pretendo desistir
Mesmo que me custe o credo.
O tempo traz muitas surpresas
Que não podemos entender
E nos derruba as certezas
Que não prestam pra viver
Se sonhar com um sol vivo
Sorrirei por longas horas
E saberei que o que eu preciso
É ser bom aqui e agora.
Gutto
terça-feira, 9 de março de 2010
MOSQUITO.
"Pó chama minha mãe, que eu tô fudido!" (JEREMIAS)
Esta frase antológica do pinguço Jeremias (um dos vídeos mais vistos no youtube até os dias de hoje), me traz muita reflexão.
Quando em nossas vidas enchemos o peito para reconhecer que estamos realmente lascados diante de certa situação?
A esperança é inerente ao ser humano. Sem esperança não adianta ter sonhos, ter devaneios ou planejamentos. Dizem que o segredo do sucesso é a persistência. Dizem que uma vida sem sonhos é uma vida sem sentido.
Jeremias no auge da sua bebedeira, língua mole, fala arrastada, profere com seu hálito grosseiro de cachaça, frases que jamais passariam pelo filtro de qualquer superego.
Se entregar diante de situações difíceis, é assinar um atestado de incapacidade de viver a vida.
A hora de fazer o balanço final é no leito de morte, sorrindo ou chorando para a ENCAPUSADA. Por enquanto, tenho o direito de sonhar e lutar até o último round.
Neste exato momento, ao escrever este parágrafo acima, um mosquito me picava o meio do braço direito. Desta vez eu o vi em seu ato. Uma forte sentimento de raiva apossou-se de mim e o esmaguei sem piedade. Quantas vezes não vemos estes mosquitos devorando nossas pernas, pés, ou braços. Quantas vezes apenas coçamos a ferida. Coçamos e reclamamos, coçamos e reclamamos. De que adianta reclamar? De que adianta reclamar o inevitável? O inchaço da picada já está lá, e coça. Quantas vezes ainda não veremos estes mosquitos aplicando-nos estas picadas.
Esta pequena situação, me leva a crer que dependemos única e exclusivamente das nossas atitudes. Não podemos evitar que outras pessoas, ou situações nos firam a pele ou o orgulho, mas podemos tentar lidar com elas de um jeito que as faça simplesmente serem como picadas de mosquitos. Coisas pequenas que se você não coçar, não der bola, não inchará.
Resumindo, se não matar o mosquito, não coce!
Gutto
Esta frase antológica do pinguço Jeremias (um dos vídeos mais vistos no youtube até os dias de hoje), me traz muita reflexão.
Quando em nossas vidas enchemos o peito para reconhecer que estamos realmente lascados diante de certa situação?
A esperança é inerente ao ser humano. Sem esperança não adianta ter sonhos, ter devaneios ou planejamentos. Dizem que o segredo do sucesso é a persistência. Dizem que uma vida sem sonhos é uma vida sem sentido.
Jeremias no auge da sua bebedeira, língua mole, fala arrastada, profere com seu hálito grosseiro de cachaça, frases que jamais passariam pelo filtro de qualquer superego.
Se entregar diante de situações difíceis, é assinar um atestado de incapacidade de viver a vida.
A hora de fazer o balanço final é no leito de morte, sorrindo ou chorando para a ENCAPUSADA. Por enquanto, tenho o direito de sonhar e lutar até o último round.
Neste exato momento, ao escrever este parágrafo acima, um mosquito me picava o meio do braço direito. Desta vez eu o vi em seu ato. Uma forte sentimento de raiva apossou-se de mim e o esmaguei sem piedade. Quantas vezes não vemos estes mosquitos devorando nossas pernas, pés, ou braços. Quantas vezes apenas coçamos a ferida. Coçamos e reclamamos, coçamos e reclamamos. De que adianta reclamar? De que adianta reclamar o inevitável? O inchaço da picada já está lá, e coça. Quantas vezes ainda não veremos estes mosquitos aplicando-nos estas picadas.
Esta pequena situação, me leva a crer que dependemos única e exclusivamente das nossas atitudes. Não podemos evitar que outras pessoas, ou situações nos firam a pele ou o orgulho, mas podemos tentar lidar com elas de um jeito que as faça simplesmente serem como picadas de mosquitos. Coisas pequenas que se você não coçar, não der bola, não inchará.
Resumindo, se não matar o mosquito, não coce!
Gutto
segunda-feira, 8 de março de 2010
Mágoa.
Há alguns dias uma crise de rinite se apossou das minhas vias respiratórias e não me deixa descansar. Por consequência disto, não estou tendo as melhores noites de sono do mundo.
Durmo, acordo um pouco, tendo dormir novamente, acordo mais do que durmo. Por conta desta irregularidade tenho alguns pesadelos desconexos com a minha realidade. Coisas que já não existem mais em minha vida acabam voltando em situações bizarras e surreais.
Algumas vezes, lembramos de alguém em determinada parte do dia e acabamos sonhando com quem foi alvo de nossa recordação. Outras vezes somos tomados de surpresa. Será que, neste caso, nós é que não fomos pensados ou recordados?
Confesso ter um pouco de medo disso. Outro dia ouvi uma frase. Ela diz o seguinte: "Quando você pensa, você é pensado." Estranho.
Existem tantas coisas que gostaria de dizer para pessoas que já não fazem mais parte da minha vida. Talvez este bolo intocável de informações e sentimentos guardados seja o criador destes sonhos, ou pesadelos, como queiram chamar.
Quem não guarda mágoas tem um coração tranquilo. O pior acontece quando o tempo passa - e ele passa - e a mágoa vira esquecimento, e o esquecimento vira saudade. Então tudo se confunde e a complexidade de viver e sentir a cada dia que passa se torna mais palpável.
Um provérbio chinês (se não me falha a memória) diz que "PERDOAR É ESQUECER". Quero muito saber perdoar de verdade em todas as ocasiões. A mágoa é um peso desnecessário que, muitos de nós, pra não dizer a maioria de nós, carregamos em nossas vidas.
Almejo sempre ter ombros fortes para carregar as dores e os prazeres da vida. A mágoa é furtiva, sorrateira. É como um réptil que sobe pelo seu corpo sem você sentir. Ela fica ali, como peso extra e não dá sinal de vida para quem não a percebe, não a expulsa, não a limpa. A mágoa tem uma relação total de parasitismo com quem a alimenta.
Ok, já entendi. A ideia não é chorar pitangas, apenas refletir. Vou parar de escrever pois algo me diz que a narina esquerda está abrindo um pouco.
Gutto
Gutto
Durmo, acordo um pouco, tendo dormir novamente, acordo mais do que durmo. Por conta desta irregularidade tenho alguns pesadelos desconexos com a minha realidade. Coisas que já não existem mais em minha vida acabam voltando em situações bizarras e surreais.
Algumas vezes, lembramos de alguém em determinada parte do dia e acabamos sonhando com quem foi alvo de nossa recordação. Outras vezes somos tomados de surpresa. Será que, neste caso, nós é que não fomos pensados ou recordados?
Confesso ter um pouco de medo disso. Outro dia ouvi uma frase. Ela diz o seguinte: "Quando você pensa, você é pensado." Estranho.
Existem tantas coisas que gostaria de dizer para pessoas que já não fazem mais parte da minha vida. Talvez este bolo intocável de informações e sentimentos guardados seja o criador destes sonhos, ou pesadelos, como queiram chamar.
Quem não guarda mágoas tem um coração tranquilo. O pior acontece quando o tempo passa - e ele passa - e a mágoa vira esquecimento, e o esquecimento vira saudade. Então tudo se confunde e a complexidade de viver e sentir a cada dia que passa se torna mais palpável.
Um provérbio chinês (se não me falha a memória) diz que "PERDOAR É ESQUECER". Quero muito saber perdoar de verdade em todas as ocasiões. A mágoa é um peso desnecessário que, muitos de nós, pra não dizer a maioria de nós, carregamos em nossas vidas.
Almejo sempre ter ombros fortes para carregar as dores e os prazeres da vida. A mágoa é furtiva, sorrateira. É como um réptil que sobe pelo seu corpo sem você sentir. Ela fica ali, como peso extra e não dá sinal de vida para quem não a percebe, não a expulsa, não a limpa. A mágoa tem uma relação total de parasitismo com quem a alimenta.
Ok, já entendi. A ideia não é chorar pitangas, apenas refletir. Vou parar de escrever pois algo me diz que a narina esquerda está abrindo um pouco.
Gutto
Gutto
sábado, 6 de março de 2010
Bem capaz!
Ser gaúcho é saber ter jogo de cintura.
Estou morando em São Paulo há uns 2 meses (quase) e já passei por algumas situações engraçadas.
Para o ator gaúcho é essencial neutralizar seu sotaque aqui, apesar da maioria das pessoas falarem o tempo todo: "Ah, como é bonito o sotaque de vocês!". Não caia nesse papinho quando o diretor falar: "AÇÃO!".
Esses dias estava gravando uma cena. Tudo tranquilo. Eu totalmente à paisana, ninguém sequer desconfiava que eu fosse de outra localidade que não São Paulo. Obs: Nunca negarei o fato de ser gaúcho. Descobri que estando aqui nosso orgulho aumenta ainda mais! Continuando, acabou a cena e eu estava saindo do set, mas precisaria de mais um cena ainda, nisso a diretora me chamou:
-"Hey, Gutto, vai deixar sua companheira de cena a ver navios?"
-"Opa, não, não, bem capaz!", respondi.
Nisso começou a ecoar no set:
"- Hahaha, capaz!", diretora.
"- Capaz, hahaha!", mulher 1.
"- Bah, guri, me passa o chimarão!", cara do áudio.
"- Hahaha! Isso é de Santa Catarina, né?", mulher sem noção 1.
- "NÃO, isso é da minha terra! Sou gaúcho, meu véio."
Talvez tenha sofrido um bullying em São Paulo pela primeira vez. Tudo voltou ao normal no caminho de volta pra casa. Resmunguei meia dúzia de barbaridades e a raiva passou logo logo.
Gutto
Estou morando em São Paulo há uns 2 meses (quase) e já passei por algumas situações engraçadas.
Para o ator gaúcho é essencial neutralizar seu sotaque aqui, apesar da maioria das pessoas falarem o tempo todo: "Ah, como é bonito o sotaque de vocês!". Não caia nesse papinho quando o diretor falar: "AÇÃO!".
Esses dias estava gravando uma cena. Tudo tranquilo. Eu totalmente à paisana, ninguém sequer desconfiava que eu fosse de outra localidade que não São Paulo. Obs: Nunca negarei o fato de ser gaúcho. Descobri que estando aqui nosso orgulho aumenta ainda mais! Continuando, acabou a cena e eu estava saindo do set, mas precisaria de mais um cena ainda, nisso a diretora me chamou:
-"Hey, Gutto, vai deixar sua companheira de cena a ver navios?"
-"Opa, não, não, bem capaz!", respondi.
Nisso começou a ecoar no set:
"- Hahaha, capaz!", diretora.
"- Capaz, hahaha!", mulher 1.
"- Bah, guri, me passa o chimarão!", cara do áudio.
"- Hahaha! Isso é de Santa Catarina, né?", mulher sem noção 1.
- "NÃO, isso é da minha terra! Sou gaúcho, meu véio."
Talvez tenha sofrido um bullying em São Paulo pela primeira vez. Tudo voltou ao normal no caminho de volta pra casa. Resmunguei meia dúzia de barbaridades e a raiva passou logo logo.
Gutto
sexta-feira, 5 de março de 2010
Me dê a verdade.
Me dê a verdade!
Quero muito encontrar as verdades que movem meus passos. Sei que muitas delas estão atrás do orgulho, da vergonha, do prazer, do medo, da falta de confiança e do excesso desta em poucos momentos.
Qual a vantagem em ser politicamente correto?
Pergunto isso pelo simples fato das pessoas serem enganadas por suas próprias mentiras todos os dias. É um ciclo. Um mente para agradar o outro e o outro retribui com outra mentira e um sorriso mais amarelo que o sol quando nasce. E, neste processo, também há um outro lado. Se todas as pessoas agissem com a maior sinceridade que podem dar à vida, talvez o mundo fosse um caos sem surpresas.
O que mais me incomoda é a boca pequena, a fofoca, o contar ao outro e não contar a quem realmente precisa ouvir o que é verdade para você, as suas reais impressões.
O que posso concluir é que, muitos de nós, não estão preparados para lidar com a verdade. Não estamos preparados para encará-las como samurais corajosos diante da morte inevitável. Cansei das verdades que passam pela triagem do medo, do orgulho e seus comparsas.
Quero poder dizer o que sinto, o que penso, o que realmente quero de mim e para mim. DOA A QUEM DOER!
Viu? Percebe como é exaustivo chegar a uma conclusão de raciocínio para um problema, Gutto?
Agora, talvez tenha chegado no ponto...
Doa a quem doer! Não! Não é assim que as coisas funcionam. Não quero magoar. Ninguém gosta de magoar alguém. Há os que magoam os outros sem saberem ao menos o que é magoar. Ignorância não conta.
Falar a verdade é uma arte! Você precisa estar habilitado para isso. Precisa saber como fazer. Não existem tutoriais, enciclopédias ou outros recursos de suporte para o aprendizado. É algo a ser trabalhado internamente, cada um com as suas próprias descobertas.
Não quero sofrer de arrependimento por ter dito a verdade. A minha verdade particular, aquilo que espeta o coração.
Boicote-se e sucumbirás.
Gutto
Quero muito encontrar as verdades que movem meus passos. Sei que muitas delas estão atrás do orgulho, da vergonha, do prazer, do medo, da falta de confiança e do excesso desta em poucos momentos.
Qual a vantagem em ser politicamente correto?
Pergunto isso pelo simples fato das pessoas serem enganadas por suas próprias mentiras todos os dias. É um ciclo. Um mente para agradar o outro e o outro retribui com outra mentira e um sorriso mais amarelo que o sol quando nasce. E, neste processo, também há um outro lado. Se todas as pessoas agissem com a maior sinceridade que podem dar à vida, talvez o mundo fosse um caos sem surpresas.
O que mais me incomoda é a boca pequena, a fofoca, o contar ao outro e não contar a quem realmente precisa ouvir o que é verdade para você, as suas reais impressões.
O que posso concluir é que, muitos de nós, não estão preparados para lidar com a verdade. Não estamos preparados para encará-las como samurais corajosos diante da morte inevitável. Cansei das verdades que passam pela triagem do medo, do orgulho e seus comparsas.
Quero poder dizer o que sinto, o que penso, o que realmente quero de mim e para mim. DOA A QUEM DOER!
Viu? Percebe como é exaustivo chegar a uma conclusão de raciocínio para um problema, Gutto?
Agora, talvez tenha chegado no ponto...
Doa a quem doer! Não! Não é assim que as coisas funcionam. Não quero magoar. Ninguém gosta de magoar alguém. Há os que magoam os outros sem saberem ao menos o que é magoar. Ignorância não conta.
Falar a verdade é uma arte! Você precisa estar habilitado para isso. Precisa saber como fazer. Não existem tutoriais, enciclopédias ou outros recursos de suporte para o aprendizado. É algo a ser trabalhado internamente, cada um com as suas próprias descobertas.
Não quero sofrer de arrependimento por ter dito a verdade. A minha verdade particular, aquilo que espeta o coração.
Boicote-se e sucumbirás.
Gutto
quarta-feira, 3 de março de 2010
Rima de quarta-feira.
A espera é como um ser vivo.
Que não anda, não come e não fala.
Quando ela quer, ela abala.
Quando ela some, eu sigo.
Gutto.
Que não anda, não come e não fala.
Quando ela quer, ela abala.
Quando ela some, eu sigo.
Gutto.
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