terça-feira, 9 de março de 2010

MOSQUITO.

"Pó chama minha mãe, que eu tô fudido!" (JEREMIAS)

Esta frase antológica do pinguço Jeremias (um dos vídeos mais vistos no youtube até os dias de hoje), me traz muita reflexão.

Quando em nossas vidas enchemos o peito para reconhecer que estamos realmente lascados diante de certa situação?

A esperança é inerente ao ser humano. Sem esperança não adianta ter sonhos, ter devaneios ou planejamentos. Dizem que o segredo do sucesso é a persistência. Dizem que uma vida sem sonhos é uma vida sem sentido.

Jeremias no auge da sua bebedeira, língua mole, fala arrastada, profere com seu hálito grosseiro de cachaça, frases que jamais passariam pelo filtro de qualquer superego.

Se entregar diante de situações difíceis, é assinar um atestado de incapacidade de viver a vida.

A hora de fazer o balanço final é no leito de morte, sorrindo ou chorando para a ENCAPUSADA. Por enquanto, tenho o direito de sonhar e lutar até o último round.

Neste exato momento, ao escrever este parágrafo acima, um mosquito me picava o meio do braço direito. Desta vez eu o vi em seu ato. Uma forte sentimento de raiva apossou-se de mim e o esmaguei sem piedade. Quantas vezes não vemos estes mosquitos devorando nossas pernas, pés, ou braços. Quantas vezes apenas coçamos a ferida. Coçamos e reclamamos, coçamos e reclamamos. De que adianta reclamar? De que adianta reclamar o inevitável? O inchaço da picada já está lá, e coça. Quantas vezes ainda não veremos estes mosquitos aplicando-nos estas picadas.

Esta pequena situação, me leva a crer que dependemos única e exclusivamente das nossas atitudes. Não podemos evitar que outras pessoas, ou situações nos firam a pele ou o orgulho, mas podemos tentar lidar com elas de um jeito que as faça simplesmente serem como picadas de mosquitos. Coisas pequenas que se você não coçar, não der bola, não inchará.


Resumindo, se não matar o mosquito, não coce!





Gutto

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