quinta-feira, 24 de setembro de 2009

SUBLIME ALBUMS!


É DOMINGO!


Depois de 2 meses de ensaios puxados vamos fazer o projeto SUBLIME ALBUMS tomar vida!

Ingressos antecipados à 8 reais nas lojas TOW IN (Barra Shopping Sul) e no LIVE SPORT PUB (Local do Show). Na hora é 15 pila conforme a disponibilidade.

CHEGUE CEDO! EVITE FILAS e CURTA MUITO SUBLIME!



Abraços, Gutto

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Socorro.

Espero não angustiar por esta angústia angustiante.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Tanta coisa.

Por quanto tempo ainda seremos brutos? O que está traçado (ou não) para cada um de nós? Por que sentimos raiva, tristeza, alegria? Por que somos tão estúpidos com nossas próprias vidas e com as dos nossos semelhantes? O que está certo? O que está errado? Por que existe a necessidade de julgamentos? Por que reclamamos quando chove demais e também quando faz sol demais? Por que nunca estamos saciados? Por que esquecemos de alimentar nossas almas? A alma morre de inanição? Por que temos que viver na terra e ir embora? Por que temos de voltar e voltar tantas vezes? Por quê?

Entende-se da vida uma passagem da qual estamos passando. Estamos de passagem. Passageiros passando, passeando. Passionando.

Não pise na grama. Não pise nas pessoas. Seja gentil! Seja carinhoso e compreensivo. Amorteça a queda. Contente-se. Sirva. Sorria e abrace. Respire. Retorne. Recicle. Reviva. Seja agente. Seja paciente. Seja o bem. Respeite.

Respeite. Respeite. Respeite para ser respeitado. Perca. Perca muito e aprenda. Ganhe. Aceite. Almeje. Aprenda a olhar para o passado com respeito e força. Aprenda a olhar para o futuro com paciência e confiança.

Agradeça! Sonhe. Tome muita água.

Durma. Acorde. Viva.

Fé! Força! Paz!





Gutto

terça-feira, 8 de setembro de 2009

A esquina de Deus.

Hoje pus-me de pé em uma esquina movimentada. Escolhi o meu melhor boné. O boné azul que tanto gosto. Que dia cinza. O clima definitivamente indeciso, ora quente, ora frio. Vesti também minha jaqueta bege-escuro, para escapar de algumas gotas de chuva que, ainda caiam de algumas nuvens mais densas. Uma das minhas rotinas é caminhar pela manhã, assim como à tarde e também à noite.

Hoje andei devagar. Não tinha porque apressar o passo. Caminhei lentamente, arrastando um pé depois o outro. Foi assim que cheguei naquela esquina movimentada. Esperei o sinal fechar, por alguma razão não pretendia atravessar a rua. O sinal fechou. Abriu. Fechou novamente. Foi quando percebi que meu corpo encontrava-se no mesmo lugar. Abaixei levemente a cabeça, levantei a mão direita em direção ao rosto e... chorei.



Gutto Szuster

sábado, 5 de setembro de 2009

Ansiedade.

Sempre fui uma pessoa ansiosa. Convivi com a ansiedade de todos os lados, de todas as maneiras e de todos os jeitos que se possa imaginar.

Lembro-me perfeitamente das visitas da minha avó Geny, da cidade de Erechim-RS, para Porto Alegre. Ela costumava chegar sempre às 11h - quando se é pequeno é difícil escolher os próprios programas de lazer; então costumava aceitar os convites de meu pai para receber a avó na rodoviária. O fato é que, não entendia qual o motivo de chegar na rodoviária sempre, no mínimo, com 1h e meia de antecedência. Antes de arriscar fazer a pergunta que saciaria minha inquietude, meu pai respondia:

- Vamos logo porque demora 1h para chegarmos à rodoviária. Não podemos chegar atrasado para receber a vó Geny.

Nada o fazia mudar de idéia. Nem mesmo o fato de que o ônibus que nos levava até a rodoviária não demorava 1h para chegar ao nosso destino, mas sim 30min:

- E se acontecer algum imprevisto? Vai que tenha engarrafamento?

Negócio fechado. A criança convencida dos perigos gerados pelas famigeradas hipóteses catastróficas, aquiescia.

Dos meus belos 10 anos aos meus errantes e interessantes 27, muita coisa mudou. Hoje, a vó Geny está impossibilitada de viajar longas distâncias devido a idade avançada. Consequentemente meu querido pai não costuma ir recebê-la na rodoviária. Inevitavelmente não recebo mais convites para ir junto. Mas ainda sinto a ansiedade, e o desespero da pressa, correndo como sangue em minhas veias.

Não considero a ansiedade herdada um problema irremediável. Mesmo porque hoje existem ótimos ansiolíticos e um notório desenvolvimento da indústria medicinal. Mas considero um problema. Um grave problema que tem de ser compreendido e tratado. Seja com força de vontade, seja com medicamentos. Mas tem de ser tratado. Confesso que a primeira opção me agrada mais.

Olhar para o passado é uma fantástica opção para compreender algum problema do presente. Tenho aprendido muito com essa técnica. Ah, e é claro, ter pessoas que possam lhe apontar os erros sem medo de onfedê-lo(a).

Obrigado, Teatro! Obrigado a todas as pessoas que apontam o dedo na minha cara e me dizem: "Você está errado!"

Se não estivesse tão ansioso, escreveria mais. Mas quero publicar logo este texto! Vai que o site saia do ar e só volte daqui uns dois dias...






Gutto Szuster