Quem me dera sorrir ao acordar!
O sorriso que não toma forma ao despertar de mais um dia, tornou-se uma frustração em minhas reflexões. Me entrego ao complexo da vida, pois quero entender cada gesto mínimo do meu corpo. O "porquê" de tudo.
Se a vida é realmente tão bela, por que não consigo sorrir quando acordo? Por que o simples fato de mostrar os dentes pela manhã é tão difícil? Quero gargalhar ao despertar. Sorrir com fervor, sorrir com intensidade.
Possuo olheiras profundas. Olheiras de caráter genético, de caráter duvidoso. Olheiras tão profundas que desenham um globo escuro e enigmático em torno de meus olhos. Quando sorrio durante o dia elas deixam-me irônico. Algumas vezes, elas deixam-me cansado, noutras, agitado.
Se um dia acordar sorrindo espontaneamente, sem entender e sem questionar, as olheiras, aos meus olhos, desaparecerão.
Possuo olheiras profundas. Olheiras que me acompanham. Olheiras que, inevitavelmente, me acompanharão.
Gutto Szuster
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Pedro Malazarte e a Arara Gigante no interior!

Após todo o pânico e paranóias que a gripe A trouxe ao Brasil, terça feira dia 01/09/09, estaremos de partida para realizar 4 apresentações da peça Pedro Malazarte e a Arara Gigante pelo projeto Lâmpada Mágica! Estaremos nas seguintes cidades: LAJEADO (dias 01/09 e 02/09), VENÂNCIO AIRES (dia 03/09) e RIO PARDO (dia 04/09).
A peça é dirigida por Bob Bahlis e o texto é de Jorge Furtado.
Elenco:
Antônio Carlos Falcão (Janota)
Gutto Szuster (Pedro Malazarte)
Rafaela Cassol (Berenice)
Operação de Som:
Marcelo Naz
Direção:
Bob Bahlis
Estou ansioso. Estou contando os dias para voltar aos palcos e trabalhar com muito prazer e vontade!
No mais, tempo propício para tomar uma boa cerveja gelada em boas companhias!
Merda pra nós! :)
Gutto Szuster
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Give me a break!
Certo. Mais uma noite escrevendo. Só que agora ao som de SUBLIME.
É bom. Sim, é muito bom, bixo. Há um tempo subestimei esses caras. Como pude?
De extremo bom gosto e de uma complexidade ímpar. Simples, ótimo e sincero.
Sometimes I pray...
Gutto
É bom. Sim, é muito bom, bixo. Há um tempo subestimei esses caras. Como pude?
De extremo bom gosto e de uma complexidade ímpar. Simples, ótimo e sincero.
Sometimes I pray...
Gutto
Olha só isso...
Fui no tororó beber água e não achei.
Achei linda morena que no tororó de... de... deixei!
o_O
Achei linda morena que no tororó de... de... deixei!
o_O
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Brasil na madrugada.
Ontem fui dormir lá pela 1h.
Sinceramente não tinha a intenção de ligar meu radinho ontem, mas, como uso a luz do radinho para iluminar o quarto e não acordar minha mãe acabei por fazer isso.
Gosto muito da rádio Bandnews FM, mas ontem acabei optando pela Rádio Gaúcha. O programa que estava no ar era o Brasil na Madrugada. O papo da manhã (ou noite como preferir) era sobre os novos meios de comunicação e de interação pós-internet.
Twitter, Orkut, Blogs e outras ferramentas derivadas da expansão tecnológica estavam sendo discutidas de forma bastante interessante. Havia um professor da PUC - o qual não lembro o sobrenome - chamado Marcelo, um rapaz que estuda o assunto. A conversa teve direito à paticipações de ouvintes e tudo mais. Em determinado momento do assunto surgiu uma pergunta de um dos presentes: "E aquelas pessoas que escrevem a todo minuto no twitter, que poluem a sua caixa de entrada, vocês não acham que em determinado momento ela acaba não sendo mais lida e torna-se um incoveninente?" Grande pergunta! A resposta foi simples e direta: "O twitte é simples e de fácil utilização, basta apenas parar de seguir esta pessoa.
Em seguida, o professor da PUC (especialista no assunto), falou do twitter do poeta e autor gaúcho Fabrício Carpinejar que usa sua página para escrever a cada minuto, mas com o diferencial de sempre enviar frases reflexivas e de autoria própria que no mínimo são interessantes e muitas vezes ajudam alguém. Ao contrário de muitas pessoas que escrevem desconexamente tudo o que lhes vêm à mente.
Ao entrarmos no twitter recebemos a seguinte pergunta: "O que você está fazendo agora?"
Sim, muita gente leva realmente ao pé da letra.
Gutto
Sinceramente não tinha a intenção de ligar meu radinho ontem, mas, como uso a luz do radinho para iluminar o quarto e não acordar minha mãe acabei por fazer isso.
Gosto muito da rádio Bandnews FM, mas ontem acabei optando pela Rádio Gaúcha. O programa que estava no ar era o Brasil na Madrugada. O papo da manhã (ou noite como preferir) era sobre os novos meios de comunicação e de interação pós-internet.
Twitter, Orkut, Blogs e outras ferramentas derivadas da expansão tecnológica estavam sendo discutidas de forma bastante interessante. Havia um professor da PUC - o qual não lembro o sobrenome - chamado Marcelo, um rapaz que estuda o assunto. A conversa teve direito à paticipações de ouvintes e tudo mais. Em determinado momento do assunto surgiu uma pergunta de um dos presentes: "E aquelas pessoas que escrevem a todo minuto no twitter, que poluem a sua caixa de entrada, vocês não acham que em determinado momento ela acaba não sendo mais lida e torna-se um incoveninente?" Grande pergunta! A resposta foi simples e direta: "O twitte é simples e de fácil utilização, basta apenas parar de seguir esta pessoa.
Em seguida, o professor da PUC (especialista no assunto), falou do twitter do poeta e autor gaúcho Fabrício Carpinejar que usa sua página para escrever a cada minuto, mas com o diferencial de sempre enviar frases reflexivas e de autoria própria que no mínimo são interessantes e muitas vezes ajudam alguém. Ao contrário de muitas pessoas que escrevem desconexamente tudo o que lhes vêm à mente.
Ao entrarmos no twitter recebemos a seguinte pergunta: "O que você está fazendo agora?"
Sim, muita gente leva realmente ao pé da letra.
Gutto
sábado, 22 de agosto de 2009
O Sol.
O sol tem vários efeitos sobre mim.
Se estou mal, ele me pinica a pele, me gera um bolo na boca do estômago, me traz vontade de chorar e de me arrepender de coisas ruins e (des) necessárias. Se estou bem, ele permite que eu sinta os cheiros no ar, me esquenta os cabelos e me faz sorrir para as poças d'águas do dia anterior.
Gutto
Se estou mal, ele me pinica a pele, me gera um bolo na boca do estômago, me traz vontade de chorar e de me arrepender de coisas ruins e (des) necessárias. Se estou bem, ele permite que eu sinta os cheiros no ar, me esquenta os cabelos e me faz sorrir para as poças d'águas do dia anterior.
Gutto
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Sonhos, frequências e direções contrárias.
Há algum tempo acordo (com frequência) às 4:32h, outras vezes às 4:28h, outras às 4:30h. Muitas vezes é por estar tendo pesadelos ou sonhos ruins, outras é simplesmente pelo fato de acordar nesse horário.
Por que será que isso acontece? Pode parecer loucura, mas a conclusão que estou chegando é que seja algo relacionado com o que penso ou passo durante o dia. O nosso pensamento é muito mais forte e imprevisível do que imaginamos. Ah, se eu compreendesse desde o princípio que a frequência emitida quando penso algo, ou algo de alguém é realmente tão forte e tão concreta... talvez, pudesse passar imune a essas experiências estranhas.
Mas dentro disso tudo surge um questionamento: Será que se eu não passasse por isso eu realmente compreenderia? Não sei lhe dar a resposta. Mas o que posso dizer é que me encontro em um turbilhão de sentimentos e questionamentos, sinto como se estivesse em meio a um tornado. Talvez um "F5".
Vou contar-lhes da última. Na noite passada acordei às 4:35h. Levantei rapidamente, de sobressalto, e, instantaneamente tive a lembrança de tudo o que tinha sonhado. Não foram coisas agradáveis. Sentimentos ruins, senti-me perseguido, senti que perseguia, senti-me errando e sendo julgado. Não! Eu não faria o que fiz no sonho na vida real, de forma alguma. Após esse momento curto de reflexão e a sensação clara do coração palpitando, escuto um comentário da minha namorada que recém acordava: "Parecia que tinha alguém em cima de ti".
E tinha. Tinha? Talvez sim, talvez não. Mas creio não ter dúvidas quanto a isso. Tinha sim. E, certamente, foi algo que não aconteceu de graça. Por que essa situação desagradável e de baixa vibração aconteceria de graça à alguém que não fez nada, que nada fez à niguém?
Reflexões a parte, espero não ter sido confuso a mim mesmo.
Hoje é dia de iluminar as falanges, agradecer a proteção e rogar que as pernas sigam firmes no caminho reto.
Quarta-feira cinzenta em Porto Alegre. Nem muito frio, nem muito quente. Chuvas isoladas e sensação de peso se diluindo. Nada mais a fazer senão deixa o tempo correr.
Gutto
Agradeço a insipiração deste título à banda gaúcha "Anna Lógica"
Por que será que isso acontece? Pode parecer loucura, mas a conclusão que estou chegando é que seja algo relacionado com o que penso ou passo durante o dia. O nosso pensamento é muito mais forte e imprevisível do que imaginamos. Ah, se eu compreendesse desde o princípio que a frequência emitida quando penso algo, ou algo de alguém é realmente tão forte e tão concreta... talvez, pudesse passar imune a essas experiências estranhas.
Mas dentro disso tudo surge um questionamento: Será que se eu não passasse por isso eu realmente compreenderia? Não sei lhe dar a resposta. Mas o que posso dizer é que me encontro em um turbilhão de sentimentos e questionamentos, sinto como se estivesse em meio a um tornado. Talvez um "F5".
Vou contar-lhes da última. Na noite passada acordei às 4:35h. Levantei rapidamente, de sobressalto, e, instantaneamente tive a lembrança de tudo o que tinha sonhado. Não foram coisas agradáveis. Sentimentos ruins, senti-me perseguido, senti que perseguia, senti-me errando e sendo julgado. Não! Eu não faria o que fiz no sonho na vida real, de forma alguma. Após esse momento curto de reflexão e a sensação clara do coração palpitando, escuto um comentário da minha namorada que recém acordava: "Parecia que tinha alguém em cima de ti".
E tinha. Tinha? Talvez sim, talvez não. Mas creio não ter dúvidas quanto a isso. Tinha sim. E, certamente, foi algo que não aconteceu de graça. Por que essa situação desagradável e de baixa vibração aconteceria de graça à alguém que não fez nada, que nada fez à niguém?
Reflexões a parte, espero não ter sido confuso a mim mesmo.
Hoje é dia de iluminar as falanges, agradecer a proteção e rogar que as pernas sigam firmes no caminho reto.
Quarta-feira cinzenta em Porto Alegre. Nem muito frio, nem muito quente. Chuvas isoladas e sensação de peso se diluindo. Nada mais a fazer senão deixa o tempo correr.
Gutto
Agradeço a insipiração deste título à banda gaúcha "Anna Lógica"
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