Terça-feira, quando cheguei em Porto Alegre, dei valor. Dei valor ao que deixei aqui e ao que deixei em São Paulo. Então comecei a pensar em como o nosso coração e nossas vontades se comportam quando estamos nesta ou naquela situação. Mais uma vez tive um encontro com questões reflexivas que, com certeza, edificarão minha alma com o passar do tempo. Basta que aproveite esses momentos e sugue deles tudo aquilo que eles tem a dar.
Sinto-me feliz ao encontrar amigos do peito. Amigos, verdadeiros amigos que me abraçam com o coração e que me acolhem com as melhores das intenções. Querem me fazer bem. Eles sabem que os quero bem. Eles sentem.
Sinto-me triste ao perceber algumas pessoas com olhares finos, de lado, sorrisos mais amarelos que o próprio sol quando está se pondo. Estas, o abraço é uma simples formalidade em que a politicagem da vida se faz presente. Onde jogo da boa vizinhaça é jogado pelos dois lados. Um jogo em que, quando menos se espera se está jogando, sem querer de fato. Aqueles que não o jogam são porra-loucas, os que xingam, falam na cara, não aceitam, se isolam, se permitem.
Sinto que estou ficando velho. Quer rir desta afirmação? Fique à vontade... Todos podemos rir dos pensamentos alheios, por ignorância, descrença ou apenas por, muitas vezes, subestimarmos pessoas. Não estou mais aceitando determinadas coisas, não preciso.
Errar é a única forma que temos para distinguir o certo do errado em nós mesmos. Errar é o único caminho que temos para aprender e nos conhecer de fato. O erro está dentro de nós, move e impulsiona nossas mudanças.
Divaguei novamente... Está na hora de parar de escrever. Um salve a este céu de brigadeiro que Porto Alegre recebe hoje. Ao sol maravilhoso que está nos aquecendo e aos que amamos. Sem eles não aprenderíamos nada.
A saudade é a maior prova de amor...
Gutto
Parabéns pelo Prêmio de terça!
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