Não sei o que dizer hoje, mas acredito que escrevendo eu consiga compreender muitas coisas.
Um dia de cada vez. Nada de programar coisas mirabolantes e acreditar que os desafios internos que possuímos são resolvidos com um simples "não", ou com um simples "sim". É muito mais do que isso, é uma luta constante para ser uma pessoa melhor a cada dia que passa. Que bom se tudo na nossa vida fosse fácil de resolver, de resolver sem estresse, sem cobrança, sem medos e sem decepções. Ainda me decepciono comigo mesmo, mas até os grandes mestres, os grandes seres humanos que já passaram por este planeta se decepcionavam às vezes. Eu sei que me decepcionarei comigo muitas e muitas vezes ainda... Isto é uma coisa que não é agradável de escrever, mas é a verdade. Gostaria de poder sorrir ao lembrar do passado e de todas as situações que já vivi, mas dentro de muitas delas, existem coisas que são ruins, que não são legais de serem lembradas. Quero muito encarar as lembranças como momentos de aprendizados e deixá-las para trás. Deixar o passado no passado e não potencializar os erros, os impulsos negativos, as perdas, a angústia, o medo e as falhas. Hoje é hoje, e existe sim um futuro próximo com boas opções e com sentimentos nobres. Basta saber escoher, basta olhar a parte clara, a luz...
Por que não seguir SEMPRE os grandes ensinamentos?
Por que não seguir os grandes filósofos da vida, que já compreenderam tanto de nós?
Quero aparar as arestas. Quero desintegrar o errado. Quero limpar a casa de dentro pra fora, com todas as minhas forças.
E, sim. Já me sinto melhor.
Gutto
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
terça-feira, 11 de agosto de 2009

Estou tocando batera com uma galera extremamente bacana - SUBLIME ÁLBUNS - Estamos ensaiando e vamos fazer tributos ao Sublime. Dia 27 de setembro tocaremos no LIVE PUB em Porto Alegre.
Tocaremos todas as músicas do álbum 40oz. to freedom do Sublime. Tá ficando muito afudê e eu to curtindo demais!
É muito bom poder tocar com uma galera que só se diverte! =D
Quem quiser pode ver um trecho do nosso ensaio no link do youtube http://www.youtube.com/watch?v=pU2DnrIQnOM
Abraços a todos!
Gutto.
domingo, 9 de agosto de 2009
Chuva da esperança!
Semana passada recebi um convite de Inácia Perinazzo Cassol (Coordenadora Estadual da Pastoral da Criança e minha querida sogra) para participar de um evento do CRIANÇA ESPERANÇA.
A minha participação consistiria em contar histórias e tentar levar um pouco de alegria às crianças que estariam presentes no dia. Este dia foi sábado (08/07/2009).
Acredito que fazia muito tempo que Porto Alegre não recebia tanta chuva. Era muita chuva mesmo, água por todos os lados. Apesar disso, um grande ginásio foi preparado no meio da VILA FARRAPOS para que esse dia de esperança pudesse acontecer.
Acordamos cedo e fomos para o local do evento. Mesmo preocupados com a situação que iríamos encontrar devido à chuva fomos confiantes e chegamos por volta de 8:30h no ginásio do evento. Lá, algumas pessoas já preparavam o ambiente para receber as crianças, as famílias e quem mais da comunidade local que quisesse participar.
Um espaço com brincadeiras, livros espalhados pelo chão, bolas de futebol, e, o mais importante, o lanche da hora do almoço que foi preparado com muita dedicação por parte da organização do evento.
Ainda pela manhã fui encarregado de trazer algumas famílias ao local do evento, pois onde elas moravam estava inviável sair ou ir para o ginásio a pé devido aos inúmeros alagamentos e também da chuva - que não parava.
A cada ida e vinda com o carro, que a pastoral da criança tinha disponibilizado para auxiliar esta tarefa, eu ia me surpreendo mais. Jovens mães solteiras com tantos filhos, tantas crianças com tantos pais diferentes, tanta tristeza no meio de tanta miséria, tantos irmãos carentes daquilo que sabemos ser o básico para que a expressão "dignidade humana" realmente aconteça. Comida, água, saneamento, cama, cobertores, casa sem goteiras e isoladas do frio, ruas sem rios, educação, instrução...
TANTA COISA...
Ontem só ganhei presentes. Ontem me alimentei de muitos sorrisos de gratidão. Ontem foi tão bom sorrir vendo aquelas crianças comerem seus lanches e se divertirem com coisas que não são suas. Coisas que deveriam possuir, mas não possuem.
Ontem foi um dia lindo. Um dia de chuva, um dia cinza, um dia que certamente não escolheríamos para sair de casa. Ontem foi um dia de calor, sol, sorrisos, alegrias , comidas e esperanças dentro de um ginásio parcialmente alagado.
Vida longa Pastoral da Criança! Vida longa aos projetos e às inúmeras pessoas envolvidas em proporcionar o mínimo de dignidade aos nossos irmãos menos afortunados.
Gutto Szuster
A minha participação consistiria em contar histórias e tentar levar um pouco de alegria às crianças que estariam presentes no dia. Este dia foi sábado (08/07/2009).
Acredito que fazia muito tempo que Porto Alegre não recebia tanta chuva. Era muita chuva mesmo, água por todos os lados. Apesar disso, um grande ginásio foi preparado no meio da VILA FARRAPOS para que esse dia de esperança pudesse acontecer.
Acordamos cedo e fomos para o local do evento. Mesmo preocupados com a situação que iríamos encontrar devido à chuva fomos confiantes e chegamos por volta de 8:30h no ginásio do evento. Lá, algumas pessoas já preparavam o ambiente para receber as crianças, as famílias e quem mais da comunidade local que quisesse participar.
Um espaço com brincadeiras, livros espalhados pelo chão, bolas de futebol, e, o mais importante, o lanche da hora do almoço que foi preparado com muita dedicação por parte da organização do evento.
Ainda pela manhã fui encarregado de trazer algumas famílias ao local do evento, pois onde elas moravam estava inviável sair ou ir para o ginásio a pé devido aos inúmeros alagamentos e também da chuva - que não parava.
A cada ida e vinda com o carro, que a pastoral da criança tinha disponibilizado para auxiliar esta tarefa, eu ia me surpreendo mais. Jovens mães solteiras com tantos filhos, tantas crianças com tantos pais diferentes, tanta tristeza no meio de tanta miséria, tantos irmãos carentes daquilo que sabemos ser o básico para que a expressão "dignidade humana" realmente aconteça. Comida, água, saneamento, cama, cobertores, casa sem goteiras e isoladas do frio, ruas sem rios, educação, instrução...
TANTA COISA...
Ontem só ganhei presentes. Ontem me alimentei de muitos sorrisos de gratidão. Ontem foi tão bom sorrir vendo aquelas crianças comerem seus lanches e se divertirem com coisas que não são suas. Coisas que deveriam possuir, mas não possuem.
Ontem foi um dia lindo. Um dia de chuva, um dia cinza, um dia que certamente não escolheríamos para sair de casa. Ontem foi um dia de calor, sol, sorrisos, alegrias , comidas e esperanças dentro de um ginásio parcialmente alagado.
Vida longa Pastoral da Criança! Vida longa aos projetos e às inúmeras pessoas envolvidas em proporcionar o mínimo de dignidade aos nossos irmãos menos afortunados.
Gutto Szuster
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Musicando coisas simples.
Há pouco comecei a escrever uma letra e estava tentando musicá-la. Quem sabe essa conseguirei terminar.
Há muito tempo eu quis saber
Do que era feito o amanhecer
Por que o sol só nasce lá?
Por que demoro pra entender?
Por que a mãe comeu caqui?
Por que o pai foi trabalhar?
Por que a coberta sempre cai?
Por que a vó não ficou mais?
Por que os amigos vem e vão?
Por que é ruim a solidão?
Por que é tão bom viajar?
Como será que o mano está?
Se viver fosse fácil assim
E chorar fosse lavar os olhos
Quem seria o primeiro?
Quem seria o mais forte?
Gutto
Há muito tempo eu quis saber
Do que era feito o amanhecer
Por que o sol só nasce lá?
Por que demoro pra entender?
Por que a mãe comeu caqui?
Por que o pai foi trabalhar?
Por que a coberta sempre cai?
Por que a vó não ficou mais?
Por que os amigos vem e vão?
Por que é ruim a solidão?
Por que é tão bom viajar?
Como será que o mano está?
Se viver fosse fácil assim
E chorar fosse lavar os olhos
Quem seria o primeiro?
Quem seria o mais forte?
Gutto
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Predecessores do sono.
Boa noite.
Entediado, sem saber por onde começar eu começo pelo despejar de palavras aleatórias que não pretendo apagar deste post.
Sensações ruins. Do nada somos tomados por sensações ruins. Isso já aconteceu com você alguma vez? Certamente sim. Aquilo que tomamos por certo acaba por não servir para nada quando o assunto é "instinto". Sinto como se muitas decisões que acabo tomando na minha vida ( e diga-se de passagem são centenas todos os dias) são guiadas pelo instinto. Umas pelo instinto certo, outras pelo errado.
O que é certo e o que é errado? Por que somos tomados por esses tipos de julgamentos internos?
Isso me incomoda. Mas sei que é comum ao ser humano. (É mesmo ou estou enganado?)
00:12 - Horário de Brasília. Estou num notebook.
SEM SONO.
SEM SEDE.
SEM ÓCULOS. Não uso óculos. Não preciso deles, espero não precisar.
Vou tentar escrever algo bonito...
Falanges iluminadas das grandes calmarias
Sonhamos com luzes que acalmam as dores
O sol que dorme na noite, na manhã anuncia
A fumaça de gelo, tão branca sem cores.
Grande é a grande sede do pobre
Que espera dormindo uma chance de aprender
De respeitar os sentimentos mais nobres
De sentir aquilo que não pode ver
Cada verso é por demais isolado
Sem conexão, desconexo, descompassado
Viajar sem ter bilhete marcado
Escrever por alguém apressado.
Entediado, sem saber por onde começar eu começo pelo despejar de palavras aleatórias que não pretendo apagar deste post.
Sensações ruins. Do nada somos tomados por sensações ruins. Isso já aconteceu com você alguma vez? Certamente sim. Aquilo que tomamos por certo acaba por não servir para nada quando o assunto é "instinto". Sinto como se muitas decisões que acabo tomando na minha vida ( e diga-se de passagem são centenas todos os dias) são guiadas pelo instinto. Umas pelo instinto certo, outras pelo errado.
O que é certo e o que é errado? Por que somos tomados por esses tipos de julgamentos internos?
Isso me incomoda. Mas sei que é comum ao ser humano. (É mesmo ou estou enganado?)
00:12 - Horário de Brasília. Estou num notebook.
SEM SONO.
SEM SEDE.
SEM ÓCULOS. Não uso óculos. Não preciso deles, espero não precisar.
Vou tentar escrever algo bonito...
Falanges iluminadas das grandes calmarias
Sonhamos com luzes que acalmam as dores
O sol que dorme na noite, na manhã anuncia
A fumaça de gelo, tão branca sem cores.
Grande é a grande sede do pobre
Que espera dormindo uma chance de aprender
De respeitar os sentimentos mais nobres
De sentir aquilo que não pode ver
Cada verso é por demais isolado
Sem conexão, desconexo, descompassado
Viajar sem ter bilhete marcado
Escrever por alguém apressado.
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